Produtores de maçã em Santa Catarina estão sendo beneficiados por uma mudança no processo de certificação fitossanitária, que agora pode ser realizada diretamente nos polos de produção, como São Joaquim e Fraiburgo. A medida impulsiona a safra 2025/2026, que tem expectativa de exportar cerca de 20 mil toneladas da fruta.
Antes, as cargas precisavam ser levadas até Vacaria (RS) ou aguardar liberação em portos, o que gerava custos extras com transporte e armazenagem. Com a certificação na origem, os produtores reduzem despesas logísticas, ganham tempo e podem utilizar rotas mais curtas, como o embarque pelo Porto de Imbituba.
Além da economia, a mudança aumenta a vida útil da fruta, que chega mais fresca ao mercado internacional. A iniciativa fortalece a competitividade da maçã catarinense, mantendo altos padrões de qualidade e sanidade exigidos por países importadores.