O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marco Aurélio Buzzi, segue recebendo salário mesmo após ser afastado do cargo por denúncias de assédio sexual. A medida de afastamento foi determinada no âmbito de investigações que apuram a conduta do magistrado.
Mesmo fora das funções, a remuneração é mantida, o que levanta questionamentos sobre regras aplicadas a magistrados afastados. Decisões do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) buscam limitar pagamentos adicionais nesses casos, mas ainda permitem a continuidade do salário base e de algumas verbas.
O caso segue em análise tanto na esfera administrativa quanto criminal. O ministro nega as acusações, enquanto as investigações continuam para esclarecer os fatos e definir possíveis sanções.