Após a cerimônia de abertura realizada na segunda-feira (20), o 43º Festival de Dança de Joinville iniciou oficialmente sua programação competitiva nesta terça-feira (21), reunindo bailarinos de diversas regiões do Brasil e do exterior em uma das maiores celebrações da dança do mundo.
A primeira noite da Mostra Competitiva acontece no Centreventos Cau Hansen, em Joinville, e conta com apresentações nas categorias Jazz (Solo Masculino Sênior e Conjunto Júnior) e Balé Clássico de Repertório, com disputas em Grand Pas de Deux Sênior e Variação Masculina Júnior.
Além das competições, a programação do festival inclui atrações paralelas que movimentam a cidade. Entre elas está o espetáculo internacional “Oh My Electric Eye – Uma Dança de Ficção Científica”, da artista Dana Naim Hafouta, apresentado no Teatro Juarez Machado, ampliando a diversidade cultural do evento.
Reconhecido pelo Guinness Book como o maior festival de dança do mundo em número de participantes, o Festival de Dança de Joinville chega à sua 43ª edição mantendo a tradição de transformar a maior cidade catarinense na capital mundial da dança durante duas semanas. A expectativa é reunir milhares de bailarinos, professores, coreógrafos e turistas até o encerramento do evento, marcado para o dia 1º de agosto.
Ao longo da programação, o público poderá acompanhar ainda a Noite de Gala, a Noite dos Campeões, o Festival Meia Ponta, o Festival 40+, espetáculos nacionais e internacionais, além das atividades gratuitas espalhadas por diferentes pontos de Joinville.
A Mostra Competitiva é considerada um dos momentos mais aguardados do festival, servindo como vitrine para talentos emergentes e companhias já consagradas. Os vencedores de cada categoria avançam para as tradicionais Noites dos Campeões, que encerram a programação com as melhores apresentações da edição.
Com o início das disputas, Joinville volta a respirar arte, cultura e movimento, reafirmando seu papel como referência internacional no universo da dança e consolidando um evento que há mais de quatro décadas inspira gerações de bailarinos.