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Procon apreende 249 quilos de carnes impróprias para consumo em Florianópolis

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O Procon de Florianópolis apreendeu 249 quilos de carnes impróprias para consumo durante uma fiscalização realizada na quinta-feira (15). A operação identificou produtos comercializados sem informações obrigatórias de identificação e validade, além de mercadorias com o prazo de consumo vencido.

Segundo o órgão municipal, parte das carnes havia sido fracionada e embalada pelo próprio estabelecimento, mas não apresentava a rotulagem necessária. A ausência dessas informações impede que os consumidores verifiquem a procedência dos alimentos e saibam se os produtos estão dentro do prazo adequado para consumo.

Durante a fiscalização, os agentes constataram irregularidades que contrariam as normas de proteção ao consumidor. Diante das infrações, o estabelecimento foi autuado e poderá sofrer sanções administrativas, respeitados o direito de defesa e o contraditório.

A comercialização de alimentos sem identificação adequada representa um risco, pois dificulta a verificação da origem e das condições de conservação dos produtos. Além disso, carnes com prazo de validade vencido podem comprometer a saúde de quem as consome.

O diretor do Procon de Florianópolis, Tiago Silva Mussi, destacou a gravidade da situação e reforçou a importância de garantir que os consumidores tenham acesso a informações claras sobre os alimentos comercializados.

O órgão orienta a população a verificar atentamente as embalagens antes de comprar carnes e outros produtos perecíveis. É importante conferir a data de validade, a identificação do produto e as informações sobre sua procedência.

A aparência do alimento, por si só, não garante que ele esteja próprio para consumo. Por isso, a recomendação é evitar produtos sem identificação ou com informações incompletas, além de denunciar possíveis irregularidades aos órgãos de fiscalização.

A apreensão faz parte das ações de proteção ao consumidor realizadas na capital catarinense, com o objetivo de retirar de circulação produtos inadequados e assegurar o cumprimento das normas que garantem transparência nas relações de consumo.

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